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Bloco pede alternativas aos semáforos no Largo Senhora-a-Branca

Imagem de Google

O Bloco de Esquerda considera  que a Câmara Municipal de Braga não devia ter reposto o semáforo na Rua de Santa Margarida sem antes analisar a forma como o trânsito fluiu, nos últimos dias, no Largo da Senhora-a-Branca, quando os semáforos estiveram desligados.

O Bloco de Esquerda relembra que esta zona central da cidade é uma das zonas mais críticas de concentração de tráfego na cidade, sobtretudo nas horas de ponta, quer pelo intenso fluxo automóvel que usa a Rua de Santa Margarida para aceder ao Centro, quer pela utilização dessa rua para sair da cidade (via Avenida 31 de Janeiro), quer pelo acesso à Rua do Raio, dada a existência constante de carros em segunda fila.

A verdade é que desde o início da semana em que todos os semáforos estiveram desligados (na sequência da destruição do semáforo da Rua de Santa Margarida devido a um acidente de viação) foi visível uma profunda alteração do tráfego, com os automóveis a circularem de forma mais prudente, mas sem sombra dos habituais engarrafamentos que  todos os dias se verificam.

Por isso, o Bloco de Esquerda estranha que esta profunda alteração que se verificou não tenha sido aproveitada pelos serviços camararários para equacionar e experimentar outras formas de regulação do trânsito que conflui para aquela zona, provado que ficou que os semáforos e a sua temporização são os principais responsáveis pelos constrangimentos à circulação que se verificam diariamente.

O Bloco de Esquerda apela a que a Câmara e mais especificamente os serviços do pelouro da mobilidade, do vereador Miguel Bandeira, estudem com a máxima urgência outras soluções para o Largo da Senhora-a-Branca, bem como de outras zonas problemáticas da cidade,  contribuindo desta forma para a melhoria da qualidade de vida dos milhares de automobilistas que diariamente têm de passar por esta zona da cidade, bem como aumentar a segurança e bem-estar dos peões.