O livro "Economia(s)" de Francisco Louçã e José Castro Caldas vai ser apresentado na proxima sexta-feira, pelas 18 horas, na Livraria Centésima Página, em Braga.
A apresentação do livro, que contará com a presença de Francisco Louçã, estará a cargo do sociólogo e professor Fernando Bessa Ribeiro.
"O Afeganistão não é a nossa guerra" é o tema do debate que a Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda promove na próxima 2ª feira, dia 15 de Março, pelas 21h30 horas, na nossa sede distrital e que contará com a presença do camarada Fernando Rosas, membro da Comissão Política do BE, deputado e membro da Comissão Parlamentar de Defesa Nacional.
Num ano que culminará com a cimeira da NATO em Lisboa, e num momento em que todos já perceberam o buraco em que se transformou mais esta guerra do Afeganistão, é fundamental compreendermos melhor os verdadeiros fundamentos desta e de outras acções belicistas, lideradas pelos Estados Unidos e seus parceiros, e que necessitam da força da nossa oposição.
Pedro Soares acusa os deputados do Partido Socialista de terem traído as dezenas de milhares de cidadãos do Distrito de Braga que vivem com graves dificuldades e em situação de manifesta pobreza, ao terem votado contra o Plano de Intervenção para o Vale de Ave do Cávado, que o deputado bloquista apresentou ontem na Assembleia da república, durante a discussão do Orçamento de Estado.
“Os senhores deputados do Partido Socialista querem esconder a realidade que se vive naquela região”, afirmou Pedro Soares, referindo-se às jornadas sobre o desemprego, promovidas pelo parlamentares socialistas que tiveram como principais conclusões que o desemprego “se resolve com um pouco mais de coordenação e um pouco menos de burocracia”.
O deputado do Bloco de Esquerda referiu ainda que “era preciso que, no mínimo, os senhores deputados ouvissem o seu próprio Governador Civil” e apelou ao voto favorável dos deputados do PS.
O apelo não seria, no entanto escutado e o plano seria reprovado com os votos contra dos deputados do PS, a abstenção dos deputados do PSD e do CDS e os votos favoráveis do BE e do PCP.
Apesar desta derrota para o Distrito de Braga Pedro Soares prometeu não desistir e continuar a bater-se para que o Governo adopte medidas de discriminação positiva para o Distrito de Braga, anunciando que o Bloco voltará a agendar um novo debate sobre a situação social que se vive na Região e a apresentar, de novo, de novo aquele Plano.
O
Bloco de Esquerda propôs a inclusão no PIDDAC de sete propostas para
Guimarães, no valor de 6.,7 milhões de euros, contra o valor de 655 mil
euros (fora Capital Europeia da Cultura) proposto pelo Governo.
Com
o PIDDAC proposto pelo Governo, comprova-se uma vez mais que o PS, ao
reduzir drasticamente o investimento público está a fazer exactamente o
oposto do que prometeu e do que era aconselhável numa situação de crise.
O
Bloco de Esquerda não se conforma com esta situação e por isso
apresentou na Assembleia da República um conjunto de propostas para
reforço do PIDDAC no Distrito de Braga, que totalizam um acréscimo de
investimento de apenas cerca de 17 milhões de euros. Uma verba que, a
somar aos 31,5 milhões propostos pelo Governo, perfaz pouco mais de 48
milhões, um total que, ainda assim continua a situar o PIDDAC de 2010
como o mais baixo dos últimos anos, e a representar metade das verbas
transferidas para o Distrito o ano passado.
Este
desprezo é extensível a todo o concelho de Guimarães, cujo PIDDAC
representa uma verba irrisória para um dos concelhos mais flagelados
pelo desemprego e pela deterioração social e das condições de vida.
O
Bloco de Esquerda propõe para Guimarães a reabilitação das residências
de Azurém (600 mil euros), a construção do novo Centro de Saúde das
Taipas (500 mil euros), a requalificação do Centro Infantil de Pevidém
(100 mil euros), a reabilitação da Via Intermunicipal (5 milhões de
euros), o lançamento do projecto de circuito ferroviário entre Braga,
Guimarães, Barcelos e Famalicão (100 mil euros), a reabilitação das
residências universitárias em Guimarães e Braga (350 mil euros) e o
alargamento do horário de funcionamento ao regime nocturno no
departamento Social da Universidade do Minho (70 mil euros).
A Coordenadora Concelhia de Braga
do Bloco de Esquerda repudia a forma leviana e despreocupada com que o vereador
da Protecção Civil da Câmara de Braga comentou a inexistência de uma
auto-escada para acudir ao incêndio que deflagrou anteontem num hotel em
construção.
Se o vereador Hugo Pires
considera que é normal que um dos concelhos mais populosos do País, ainda para
mais polvilhado de construção em altura, não tenha equipamento disponível para
o combate eficaz a incêndios, então é preciso questionar a competência daquele
responsável para estar à frente do Pelouro da Protecção Civil.
O Bloco de Esquerda considera
igualmente lamentável a afirmação do presidente da Câmara de Braga que alegou
tratar-se de “uma infeliz coincidência” aquilo que na verdade é uma absoluta
irresponsabilidade.
O Bloco de Esquerda considera que
alguém está a faltar à verdade para com os bracarenses pois o vereador Hugo
Pires referiu à Imprensa que, das duas auto escadas existentes nos Bombeiros
Sapadores, uma está a ser reparada e outra está em revisão geral, enquanto o
secretário regional do Norte da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais,
afirmou que a tal auto-escada, que alegadamente se encontra em revisão, está
inoperacional há dois anos.
A
Coordenadora Distrital de Braga do Bloco de Esquerda manifesta o seu apoio à
manifestação distrital convocada para amanhã, pela União de Sindicatos de
Braga.
A
luta dos trabalhadores e dos sindicatos, contra a precariedade e o desemprego,
é também uma luta do Bloco de Esquerda e que assume uma importância vital, num
Distrito como Braga, particularmente massacrado pelos elevados índices de
desemprego e de pobreza que, até os números oficiais não conseguem esconder.
O
Bloco de Esquerda considera que só a mobilização de todos será possível pôr
cobro à política anti-social que o Governo do Partido Socialista quer continuar
a desenvolver, com o apoio dos partidos de direita, e que está inscrita sem
nenhum pudor no Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) recentemente
apresentado.
Diário do Minho - O deputado do Bloco de Esquerda (BE) Pedro Soares exigiu ontem a demissão da directora do Centro Distrital do Instituto de Segurança Social. O motivo prende-se com as declarações proferidas recentemente por Maria do Carmo Antunes, em Barcelos, que considerou que a taxa de pobreza no distrito de Braga «não é preocupante».
A posição do parlamentar foi assumida, em conferência de imprensa, quando apresentava a proposta do BE de intervenção para os Vales do Ave e do Cávado que é discutida hoje na Assembleia da República. Pedro Soares considerou que a directora do Centro Distrital, depois daquela «grave e insensata afirmação», deixou de ter condições para continuar no cargo.
«Afinal o que é que preocupa esta senhora? Sinceramente, não sei o que é que está a fazer na Segurança Social!», atirou o único deputado bloquista eleito pelo círculo eleitoral de Braga.
No entender de Pedro Soares, a responsável pela Segurança Social no distrito «devia estar extremamente preocupada e, sobretudo, preocupada em tomar medidas no sentido de fazer baixar a taxa de pobreza no distrito», dado que «todos os dias a pobreza aumenta em consequência dos
problemas de desemprego e dos baixos salários».
DM - O núcleo de Barcelos do Bloco de Esquerda disse ontem que os primeiros «cem dias de esperança» da Câmara presidida pelo socialista Miguel Costa Gomes afinal deram lugar a «cem dias de espera e frustração».
Em conferência de imprensa, os deputados municipais do BE, José Maria Cardoso, Rui Loureiro e Rosa Viana, garantem que as cem promessas feitas pelo presidente da autarquia «deram lugar a um vazio sem resultados práticos».
No que diz respeito ao preço da água, por exemplo, o BE garante que, não só ele não foi reduzido, como os apoios concedidos nas ligações aos colectores foram cortados.
Sobre os subsídios atribuídos, os deputados sustentam que as associações continuam a aguardar as verbas porque nada foi adiantado pela Câmara. «Até podemos concordar com a revisão contratual com muitas dessas organizações, até porque algumas delas prefiguram “negociatas” de ocasião, no entanto não podemos cortar o mal pela raiz eliminando toda a subsidiação. Pode-se estar a criar as maiores injustiças a quem muito quer fazer pela divulgação cultural no concelho e está-se, com certeza, a retirar o direito aos barcelenses de assistirem e usufruírem da actividade cultural», dizem.
O Dia Internacional da Mulher comemora-se para evocar a luta das mulheres por melhores condições de trabalho, por salários dignos e por igualdade de direitos, nomeadamente do direito ao voto.
É em nome destes valores que a Coordenadora Concelhia do Bloco de Esquerda de Famalicão repudia veementemente a abordagem medíocre, sexista e até provocatória que a Câmara Municipal de Famalicão escolheu para celebrar o Dia Internacional da Mulher, ao oferecer, para além de flores e música, um serviço de cabeleireiro e maquilhagem!
Para o Bloco de Esquerda a Câmara de Famalicão, ao optar pelo reforço dos estereótipos que conduzem à futilização e à coisificação da imagem da mulher, presta um péssimo serviço à causa das mulheres e à luta pelos seus direitos, num momento em que a pobreza, o desemprego, a violência doméstica e a discriminação salarial assumem contornos preocupantes e representam mesmo um retrocesso na luta pela igualdade.
Enquanto a Câmara de Famalicão prefere maquilhar estes problemas, a Câmara de Esposende, por sinal da mesma cor política, comemorou a data sem pinturas e resolveu promover uma acção de sensibilização para a luta contra a violência doméstica.